Descubra os mistérios dos 35 astros que adornam o teto dos templos maçônicos e sua profunda simbologia iniciática
O céu dentro do Templo
Ao entrar em um templo maçônico do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), uma das visões mais impressionantes é, sem dúvida, a Abóbada Celeste que cobre o teto da Loja. Semeada de estrelas, planetas e constelações cuidadosamente posicionadas, esta representação celestial não é meramente decorativa – ela carrega séculos de simbolismo, conhecimento esotérico e tradição iniciática.
Mas por que o céu? Por que estes astros específicos? E qual o significado profundo desta cobertura estrelada que tem resistido ao tempo e às mudanças?
Neste artigo, exploraremos em profundidade a Abóbada Celeste no REAA, desde suas origens históricas até o simbolismo de cada um dos 35 astros que a compõem, revelando como este elemento arquitetônico conecta a Maçonaria às tradições mais antigas da humanidade.
A evolução histórica da Abóbada Celeste maçônica
A representação do firmamento nos templos maçônicos passou por significativas transformações ao longo dos séculos. Nos rituais de 1804, encontramos a primeira descrição formal:
“A Loja tem a forma de um quadrado longo, se dirigindo de oeste para leste, arredondada ao fundo, recoberta de uma abobada, onde estão espalhadas estrelas sem nome.”
Esta descrição simples evoluiu consideravelmente. No ritual de 1904, já observamos maior especificidade: “o tecto figura uma abobada azulada, com estrelas formando um grande numero de constelações. (sic)”
Mas foi no ritual de 1927, elaborado por Mário Behring, que a Abóbada Celeste ganhou sua configuração detalhada e precisa, especificando não apenas os astros presentes, mas suas posições exatas no teto do templo.
A Conexão com o Antigo Egito
A tradição da Abóbada Celeste remonta às civilizações mais antigas. No Templo de Hathor em Dendera, no Egito, encontramos uma das mais antigas representações do zodíaco, datada de aproximadamente 3.100 a.C. Este conhecimento astronômico, desenvolvido muito antes dos sumérios na Mesopotâmia, demonstra a antiguidade da reverência humana pelo firmamento.

Os antigos egípcios acreditavam que Osíris, ao presidir o tribunal das almas, viajava diariamente do Oriente ao Ocidente em sua “barca solar”, tripulada por vassalos glorificados – simbolizados nas estrelas pintadas no teto da Câmara do Sarcófago Real. Esta tradição foi herdada e adaptada pela Maçonaria especulativa.
Os 35 astros da Abóbada Celeste: uma geometria sagrada
A Abóbada Celeste no REAA não apresenta estrelas dispostas aleatoriamente. Pelo contrário, cada um dos 35 astros foi cuidadosamente escolhido e posicionado segundo uma geometria específica, onde cada corpo celeste rege cargos, funções e graus maçônicos.
Os Grandes Luminares
1. O Sol – A Luz do Venerável Mestre
Posicionado no Oriente e no eixo central da Loja, o Sol representa o Venerável Mestre. Para os gregos, era Hélios percorrendo o céu em sua carruagem de fogo puxada por quatro cavalos, simbolizando as quatro estações do ano. Na Maçonaria, o Sol representa a sabedoria divina vinda do Oriente, a luz do conhecimento que ilumina os trabalhos da Loja.
2. A Lua – Regente do Primeiro Vigilante
Selene, identificada pelos gregos como Ártemis e pelos romanos como Diana, percorria os céus em uma carruagem de prata. A Lua, em sua constante mudança de fases, simboliza a transformação e o ciclo iniciático, regendo o cargo do Primeiro Vigilante que supervisiona os Companheiros em seu processo de evolução.
3. Stella Pitagoris – A Estrela Flamejante
Posicionada sobre o altar do Segundo Vigilante, a Estrela Virtual ou Flamejante representa o homem iluminado que transcende a condição humana – seja ele representado por Cristo, Buda, Hércules ou qualquer avatar da sabedoria universal. Segundo Pitágoras, quando se discutem coisas divinas, deve existir um facho que ilumine o Templo, e esta estrela de cinco pontas cumpre este papel sagrado.
Os Planetas e Seus Significados
4. Saturno – O Senhor do Tempo
O sexto planeta do sistema solar, Saturno, aparece na Abóbada com seus três anéis e nove satélites (conforme o conhecimento da época), posicionado exatamente sobre o centro geométrico do Ocidente.
Na mitologia, Saturno é Cronos, senhor do tempo e da eternidade. Na Loja, ele rege a cadeia de união:
- Os três anéis representam os três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre
- Os nove satélites simbolizam os nove cargos principais da Loja: Venerável Mestre, Primeiro Vigilante, Segundo Vigilante, Secretário, Orador, Tesoureiro, Chanceler, Mestre de Cerimônias e Guarda do Templo
5. Mercúrio – O Mensageiro Veloz
Identificado com Hermes pelos gregos, Mercúrio era o mensageiro dos deuses, filho de Maia e Zeus. Portador do caduceu (bastão com duas serpentes entrelaçadas, símbolo da paz e das forças opostas em harmonia), este planeta é o menor e mais rápido do sistema solar, sempre próximo ao Sol.
Mercúrio representa o Primeiro Diácono, aquele que leva as mensagens entre os Vigilantes e o Venerável Mestre.
6. Júpiter – O Guardião do Direito
Zeus para os gregos, Júpiter é o maior planeta do sistema solar. Guardião do Direito, defensor do Estado e protetor das fronteiras, seu atributo é o raio temido por todos. Na Loja, Júpiter rege o Ex-Venerável Mestre e, por isso, permanece no Oriente, junto às autoridades máximas.
7. Vênus – O Mensageiro do Dia
Afrodite para os gregos, Vênus é o segundo planeta e o mais próximo da Terra. Conhecida como “Estrela Vésper”, é sempre a primeira a aparecer no céu ao entardecer. Era o “Mensageiro do Dia”, anunciando a hora de começar e encerrar o período de trabalho.
Vênus, surgindo sempre próxima à Lua, rege o Segundo Diácono e simboliza a beleza e a harmonia que devem presidir os trabalhos maçônicos.
As Estrelas Reais e Suas Funções
8. Arcturus – A Guardiã do Oriente
Estrela Alfa da constelação de Bootes (que em grego significa “guardiã de animais”), Arcturus é conhecida como a “guardiã do Urso” por sua posição junto à Ursa Maior. Na Loja, posicionada acima da grade do Oriente, rege o cargo de Orador, o guardião da Lei e da Constituição.
9. Aldebaran – O Olho Rutilante do Touro
Estrela Alfa da constelação de Touro, Aldebaran significa em árabe “o seguidor” ou “o adepto”, devido à sua posição próxima às Plêiades e Híadas. Esta estrela vermelha gigante, que forma o olho do Touro celestial, rege o cargo de Tesoureiro na Abóbada maçônica.
10. Fomalhaut – A Boca do Peixe do Sul
Alfa Piscis Austrinis, Fomalhaut é uma correlação com a coluna zodiacal dos peixes. Em árabe, significa “a boca do peixe do sul”. Esta estrela real da antiguidade mesopotâmica rege o cargo de Chanceler.
11. Regulus – A Estrela Regente
Alfa Leonis, a estrela mais brilhante da constelação de Leão, sempre manteve posição de comando na Astrologia antiga. Foi Nicolau Copérnico quem a batizou com o nome Regulus (“Regente”). Ela dirige todos os trabalhos celestes e, na Loja, corresponde ao Mestre de Cerimônias, aquele que coordena e rege os movimentos rituais.
12. Spica – A Espiga da Virgem
Alfa Virginis, Spica significa em latim “a espiga” e está nitidamente associada à coluna da Beleza feminina. Esta estrela rege o cargo de Secretário. Curiosamente, os primitivos instrumentos de escrita gregos e romanos eram chamados de “spícula” – canetas feitas de caules ocos de vegetais.
13. Antares – O Rival de Marte
Alfa Scorpii, a estrela vermelha gigante, foi durante séculos a maior estrela conhecida. Seu nome em grego significa “O Rival de Marte”, pois ambas são vermelhas e ocasionalmente aparecem próximas no céu.
Antares rege o Guarda do Templo (Cobridor Interno), garantindo a fronteira entre o mundo iniciático e o profano.
As Constelações Iniciáticas
14-16. Órion – As Três Marias
A constelação equatorial de Órion é formada por estrelas brilhantes, mas na Abóbada maçônica são representadas apenas as três estrelas do “Cinto de Órion”, popularmente conhecidas como “as Três Marias” ou “os Três Reis Magos”.
Estas três estrelas representam a idade do Aprendiz, aquele que ainda não tem o domínio do espírito sobre a matéria. Na tradição árabe, Órion era chamada de “A Ovelha de Cinto Branco” – e o avental do Aprendiz é feito, originalmente, de pele de carneiro com um cinto branco.
17-21. Híadas – As Cinco Estrelas dos Companheiros
As Híadas formam um grupo de cinco estrelas em forma de ponta de flecha na constelação de Touro. Estas estrelas regem os Companheiros, representando os cinco sentidos aguçados e a capacidade de percepção aprimorada neste grau.
22-28. Plêiades – As Sete Irmãs
Também na constelação de Touro, as Plêiades são conhecidas como “As Sete Irmãs”. Na antiguidade, apenas sete estrelas eram visíveis a olho nu (hoje sabemos que a nebulosa contém centenas de estrelas).
As Plêiades regem os Mestres Maçons, representando a paz e a plêiade de homens justos que alcançaram a maestria.
29-35. Ursa Maior – O Cortejo Fúnebre de Osíris
Considerada a constelação mais antiga da humanidade, a Ursa Maior é representada na Loja por suas sete estrelas principais que formam a “Charrua” (ou “Grande Carro”).
A última estrela da cauda, Alkaid (também chamada Benetnasch), tem um nome que provém da frase árabe “Quaid Al Banat Ad Nasch”, significando “A Chefe dos Filhos do Ataúde Maior”.
Esta interpretação é fascinante para a Maçonaria: a representação árabe da Ursa Maior como um caixão e três carpideiras coincide com a tradição egípcia de um sarcófago (de Osíris), sua viúva (Ísis) e o filho da viúva (Hórus) em procissão fúnebre.
O 36º Astro: Marte e o Átrio do Templo
Perceba que contamos apenas 35 astros dentro do Templo. Onde está o 36º?
Marte, o deus da guerra (Ares para os gregos), não poderia figurar entre aqueles que buscam a paz e a harmonia universal. Por isso, este planeta foi banido para o átrio – o reino profano dos tumultos e das lutas.
Marte tem a incumbência de “cobrir o Templo”, sendo o astro do Cobridor Externo. Do lado de dentro, como vimos, foi colocado Antares (literalmente, “anti-Ares”), garantindo que a fronteira entre o mundo iniciático e o profano permaneça intacta.
Esta exclusão deliberada de Marte reafirma o fundamental princípio de não-violência no Templo da Paz e expressa a repulsa ao simbolismo do ferro e da guerra.
O Significado do Hemisfério Norte
Uma questão frequentemente levantada: por que a Abóbada Celeste representa o céu do Hemisfério Norte, mesmo em Lojas localizadas no Hemisfério Sul?
A resposta está na Tradição. A configuração atual da Abóbada foi estabelecida em 1813, com os painéis dos graus pintados por John Harris por encomenda da Grande Loja Unida da Inglaterra.
O céu representado é o de 21 de março – o equinócio de primavera no hemisfério norte – quando o Sol cruza a linha do equador. Esta data marca também o início do calendário hebraico, um dos calendários maçônicos mais utilizados.
Como explica o ritual, a Loja medieval tinha a forma de um “quadrilongo”, refletindo o conceito de que o mundo conhecido não ia muito além da bacia do Mediterrâneo. Os limites geográficos refletiam-se sideralmente:
- Ao Norte: a região da ignota e frígida Ursa Maior
- Ao Sul: as ensolaradas paragens do Egito, com Fomalhaut no horizonte
- Longitudinalmente: o curso do Sol, dos páramos dos Reis Magos aos abismos do Atlântico
Esta Tradição, que perdura há quase 200 anos, deve ser mantida e respeitada, independentemente da localização geográfica da Loja.
A Simbologia Numérica: Por que 30 Estrelas?
Ao examinar a Abóbada, encontramos:
- 7 planetas/luminares (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno)
- 5 estrelas reais (Arcturus, Aldebaran, Fomalhaut, Regulus, Antares)
- 1 estrela virtual (Stella Pitagoris)
- Mais as estrelas principais agrupadas em constelações
Totalizando as estrelas visíveis (excluindo os planetas), chegamos ao número 30. Por que não 33, como seria esperado pelo número de graus do Rito?
Existem duas interpretações fascinantes:
- As 30 dinastias egípcias – permitindo até acomodar a exclusão dos faraós não autóctones
- As estrelas binárias ocultas – Sirius, Regulus e Antares são, na verdade, sistemas binários (com estrelas companheiras invisíveis a olho nu). Assim: 30 + 3 = 33
Adicionalmente, as 15 estrelas “principais” agrupadas em três conjuntos (3+5+7), acrescidas das 7 da Ursa Maior, totalizam 22 – exatamente o número dos cabalísticos “Caminhos da Árvore da Vida”.
A Abóbada como Painel Iniciático
A Abóbada Celeste não espelha um momento específico do firmamento, mas sim múltiplos momentos simultaneamente. É um painel, um grande mural ou afresco que contém, em sua totalidade, diversos instantes celestes.
Como explica o ritual: “Meu sobrecéu cobre do Setentrião ao Vale dos Reis ao Meio-Dia, de Albion ao Ocaso ao mundo de Zoroastro no Nascente.”
Esta cobertura testemunhou:
- O nascimento das duas primeiras lojas míticas (a Operativa em Jerusalém e a Escocesa em Kilwinning)
- A construção dos templos egípcios
- O Pártenon grego e o Coliseu romano
- As grandes catedrais europeias
- A recepção dos Aceitos e a Iniciação dos primeiros Especulativos
- Os eventos maçônicos de 1717
Os asterismos da Abóbada, isoladamente ou no conjunto de suas constelações, evocam o trabalho de todos os grandes avatares, filósofos e líderes do Bem, simbolizando o Direito, a Justiça, a Paz e a Fraternidade.
O Duodenário Maçônico e as Colunas Zodiacais
Nas laterais do Templo, encontramos as 12 colunas zodiacais, dispostas em duas fileiras de seis. Estas colunas, dizemos simbolicamente, apoiadas na Terra, sustentam a Abóbada Celeste.
O duodenário corresponde à divisão mais antiga e natural do círculo, aplicada ao céu onde determina 12 espaços iguais que o Sol percorre em sua trajetória anual aparente.
Cada coluna apresenta um pentáculo simbolizando:
- Um signo zodiacal
- Um planeta regente
- Um dos quatro elementos (Terra, Água, Fogo, Ar)
- Uma fase da evolução maçônica
Coluna dos Aprendizes (Sul):
- Áries (Fogo-Marte): O ardor iniciático
- Touro (Terra-Vênus): A elaboração interior, o profano admitido às provas
- Gêmeos (Ar-Mercúrio): A vitalidade do neófito recebendo a luz
- Câncer (Água-Lua): O iniciado assimilando os ensinamentos
- Leão (Fogo-Sol): A razão aplicada, o julgamento das ideias
- Virgem (Terra-Mercúrio): Reunindo materiais para desbastar a pedra bruta
Coluna dos Companheiros/Mestres (Norte):
- Libra (Ar-Vênus): O Companheiro em maturidade, apto ao máximo de atividade
- Escorpião (Água-Marte): A desorganização revolucionária, o conluio contra Hiram
- Sagitário (Fogo-Júpiter): Os obreiros dispersos à procura do Mestre
- Capricórnio (Terra-Saturno): A descoberta do túmulo de Hiram
- Aquário (Ar-Saturno): A ressurreição, os elementos se recompõem
- Peixes (Água-Júpiter): Hiram é levantado, a palavra é reencontrada
Preservando a Tradição: Um Apelo à Ortodoxia
Deploravelmente, em alguns templos modernos, a Abóbada Celeste sofreu modificações que a descaracterizam completamente. Em certos casos, foi substituída por um simulacro do céu astronômico “atualizado”, com inúmeros pontos luminosos distribuídos aleatoriamente.
Embora artisticamente impressionante e tecnicamente sofisticado (como um planetário), este tipo de modificação perde completamente o sentido iniciático da Abóbada tradicional.
Por outro lado, mesmo em Lojas que conservaram os cânones celestes do Rito, a Abóbada está “emudecendo” por falta de intérpretes. Os Augustos Mistérios que lá estão jazem como letra morta, pois não tentamos decifrá-los nem buscamos suas mensagens.
O Dever de Preservação
Nenhum Maçom – independentemente de títulos ou posição hierárquica – pode mudar, alterar ou “atualizar” a Abóbada Celeste. Esta é uma tradição normativa, regulada nas páginas iniciais do Ritual de Aprendiz do REAA.
Como afirma veementemente um dos documentos fonte: “Querem outra abóbada, céu ou tecto? É fácil: troquem de rito!”
A Abóbada é solidária à Tradição, não à Astronomia contemporânea. Sua configuração não é arbitrária – cada astro, cada posição, cada constelação carrega significados esotéricos acumulados ao longo de milênios.
Conclusão: Olhando Para o Alto
A Abóbada Celeste do REAA é muito mais que uma decoração arquitetônica. É um livro aberto escrito na linguagem universal dos astros, um compêndio de sabedoria iniciática que conecta o Maçom moderno às tradições mais antigas da humanidade.
Como diz o Avesta de Zoroastro: “Há as estrelas, que são os bons pensamentos; as boas palavras são a Lua; e o Sol é as boas acções.”
Em nossa Abóbada escondem-se:
- Os princípios morais que devem guiar nossa conduta
- As leis naturais que regem o cosmos e a vida humana
- Os grandes contrastes e transformações da existência
- O sentido dos Mitos Sagrados dos alvores da humanidade
- O caminho para a Fraternidade Universal
A próxima vez que você entrar em uma Loja, pare por um momento. Olhe para o alto. Contemple as 35 luzes que brilham sobre sua cabeça. Cada uma delas tem uma história para contar, uma lição para ensinar, um mistério para revelar.
Como conclui o ritual: “A Abóbada Celeste existente nos Templos Maçônicos […] se caracteriza numa gigantesca e inesgotável fonte de pesquisas e estudos, razão de nos levar às mais brilhantes viagens mentais, ou mesmo, de forma simples, vibrarmos unidos em contemplação do belo firmamento a nos elevar espiritualmente.”
Que possamos, como os antigos, jamais esquecer de olhar para o céu.
Referências e Leituras Recomendadas
- Ritual do Aprendiz Maçom – REAA (1804, 1904, 1927)
- ZOCCOLI, Hiran L. “A Abóbada Celeste na Maçonaria”
- CASTELLANI, José. Artigos em “A Trolha”, “O Prumo” e “A Acácia”
- BEHRING, Mário. Ritual de 1927
- Estudos sobre o Zodíaco de Dendera
- Tradições astronômicas da Mesopotâmia e Egito Antigo
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